Final Trailer: A Esperança

Olá, gente, sabem que dia é hoje? 29 de Outubro. Quarta-Feira. Conhecido também como o dia em que começou a pré-venda dos ingressos para assistir a Esperança – Parte 1 nos cinemas de todo o Brasil. Para quem não sabe, assim como aconteceu com Em Chamas, nós brasileiros vamos ter a honra de ser os primeiros a ver o filme! Yay !! 🙂

Eu achei legal dar uma passada aqui no blog para mostrar para vocês o trailer final do filme que foi divulgado hoje e está de matar. Dá só uma olhada:

O que é esse trailer??? Jennifer Lawrence dando um show de atuação como sempre, Peeta chorando, efeitos fantásticos. Tem como não estar contando os dias para a estreia? O que vocês esperam do filme? Já compraram seus ingressos? Leram o livro? Contem para a gente nos comentários.

Para quem quiser, o canal “The Hunger Games” no Youtube disponibilizou nas últimas semanas vários teasers super legais, não deixem de dar uma passada por lá.

“I have a message for president Snow: if we burn, you’ll burn with us”

Confira a resenha de “A Esperança” aqui ; Compre seu ingresso para o filme aqui

 

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Resenha: O Sangue do Olimpo

o sangue do olimp.jpg 2Título Original: The Blood of Olympus
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Série: Os Heróis do Olimpo – Livro 5/5
Páginas: 419
Avaliação: ★★★★

O Sangue do Olimpo é o último livro da série “Os Heróis do Olimpo” e foi lançado aqui no Brasil no último dia 7, juntamente com o lançamento americano. Além de finalizar a saga que começou com as aventuras de Piper, Leo e Jason em “O Herói Perdido”, ele também é o último livro, pelo menos pelo que se sabe até então, que aborda o universo de Percy Jackson.

– Não estou dizendo que é um mito inventado. Tipo, não é um verdadeiro mito real.
– Dá para perceber por que a Annabeth é o cérebro desta missão.
– Cale a boca, Grace.

Sinopse:

Percy e Annabeth voltaram do Tártaro e se juntaram novamente à tripulação do Argo II para seguir viagem rumo a Atenas, onde eles precisam deter os gigantes que planejam utilizar o sangue de dois semideuses para despertar Gaia. Enquanto isso, Nico embarca com Reyna e o treinador Hedge em uma perigosa viagem pelas sombras com a missão de levar a Atena Partenos de volta ao acampamento Meio-Sangue, como uma oferta de paz para acabar com a rixa secular entre gregos e romanos. O dia 1º de Agosto se aproxima e, com ele, a data em que Gaia será acordada pelos gigantes.

A história é narrada sob cinco pontos de vista diferentes. Jason, Piper e Leo se intercalam contando o que está acontecendo com o Argo II e seus tripulantes,  guiando o leitor pelas pequenas missões que eles devem cumprir para estarem, enfim, prontos para enfrentar Gaia. Jason está confuso, dividido entre dois acampamentos ele busca entender qual é o seu papel na missão afinal. Já Leo precisa garantir que seu plano não falhe e seus amigos não o impeçam de fazer o que precisa ser feito, enquanto Piper precisa estar preparada para dizer a palavra certa que salvará todos.

Por sua vez, Nico e Reyna se revezam contando as dificuldades de suas viagens pelas sombras. Pela primeira vez tendo seus pontos de vista explorados, enquanto Nico teme não conseguir levar a estátua até o acampamento, porque sabe que sua força está se esgotando e logo ele próprio virará um fantasma e se juntará às sombras, Reyna é assombrada pelos fantasmas de seu passado sombrio, que precisa ser enfrentado para que ela consiga seguir em frente com sua viagem.

Além disso tudo, as coisas também não andam boas no Acampamento Meio-Sangue. Octavian, no comando da legião romana, cercou o acampamento grego e se aliou a monstros para garantir sua vitória na iminente guerra entre os acampamentos. Será que a estátua chegará a tempo e será capaz de impedir a batalha? Será que Octavian tem de fato o controle sobre seus aliados? Gaia fica mais forte a cada momento e os deuses permanecem incapazes de ajudar por causa de sua crise de identidade, a vitória parece estar muito longe do alcance dos heróis.

Sete meios-sangues responderão ao chamado.
Em tempestade ou fogo, o mundo terá acabado.
Um juramento a manter com um alento final,
E inimigos com armas às Portas da Morte afinal.

Resenha:

Eu não podia estar mais ansiosa para pôr as mãos nesse livro. Os que me conhecem sabem que eu sou uma grande fã de Percy Jackson desde o início da série e o fato de esse ser, talvez, o último livro, gerou em mim aquele sentimento conflituoso de “quero ler, mas não quero que acabe”. Mas, enfim, após um ano de longa espera, acompanhando todas as novidades e nutrindo mil expectativas, o livro chegou na minha casinha dois dias depois do lançamento e eu não perdi tempo para ler e tentar organizar minhas ideias para dizer para vocês o que eu achei da conclusão de Os Heróis do Olimpo.

Esse livro segue o estilo de todleoos os outros de ambas as séries que se passam no universo do acampamento Meio-Sangue: Há uma profecia que guia os heróis escolhidos em sua missão cujo objetivo final é derrotar um grande inimigo, mas eles tem que fazer isso até um dia específico ou o mundo vai acabar. Normal. O problema foi que dessa vez, ao contrário do comum ao Rick (o fim da série Percy Jackson é um grande exemplo) o final do livro foi muito previsível e eu diria até que meio forçado e não tão impactante quanto eu esperava. Não foi ruim, mas não teve a força que se espera da conclusão de uma série. As sequências de ação da grande batalha final, que acabou na verdade representada por duas pequenas lutinhas, foram muito rápidas e não muito bem descritas. No entanto, as outras pequenas missões ao longo do caminho foram bem legais, com um super destaque para um conjunto de capítulos narrados pelo Leo, logo no início, em que ele, Percy, Hazel e Frank precisam combater a deusa Nice. Eu ri tanto nessa parte que não podia deixar de mencionar aqui, afinal Leo e Percy juntos é uma boa dose de idiotices engraçadas “Pipoca! Nosso ponto fraco!”. Além disso, acho que vou virar shipper dessa amizade porque eles dois falando da Calipso, ownt.

Além desses probleminhas no enredo, tenho que falar que fiquei chateada com o fato de o Percy e a Annabeth não narrarem e de não estarem nem na capa (oi?) que por sinal eu não gostei muito. Ela representa uma cena descrita pela Piper no fim do livro, mas acho que uma cena melhor poderia ter sido escolhida, talvez uma em que todos estivessem presentes. Mas a grande questão não foi nem eles não terem narrado, afinal entendo que eles precisam dar a vez para os outros salvarem o mundo também, mas o fato de eles terem sido jogados demais de lado e todas as vezes em que supostamente iam fazer alguma coisa acabarem atrapalhando. De Frank e Hazel eu nem vou falar, porque não lembro se eles apareceram em mais do que 10 páginas… Ou seja, os protagonistas foram Piper, Leo e Jason: abriram a série com “o Herói Perdido” e agora praticamente fecharam-na sozinhos.

wtf are u doin'

Mas a questão é que esses três não tem força para fechar uma série sozinhos. Jason é um personagem muito fraco, ok, ele é todo bonzinho, maneiro, ele voa, desmaia frequentemente, é um herói e tal, mas ele não tem personalidade. Ele não tem o sarcasmo do Leo e do Percy, ou a força da Annabeth, ele não é um personagem apaixonante. Quanto à Piper…, nossa que garota chata. Me desculpem se vocês gostam dela, mas eu vou com a grande parcela do fandom que acha ela meio inútil e esse deve ter sido o objetivo do Rick em ter dado tantas responsabilidades para ela nessa missão, mas não colou, cara, foi mal. Pelo menos para mim ficou forçado demais. Aliás forçada mesmo foi essa história de Piper e Annabeth best friends forever (masoq?). Porém, não temam! Tio Leo salvou o livro mais uma vez. Eu amo esse menino, gente. Um personagem extremamente divertido, carismático e sarcástico, me pego torcendo para que cheguem logo as partes em que ele narra. Convenhamos, o que seria dessa missão sem o Leo? Eles não teriam nem um navio para voar que frase estranha. A única coisa que me incomodou um pouquinho no Leo foi a sua obsessão por reencontrar a Calipso, mas nem liguei muito porque ele bem que merece não ficar de lado pelo menos uma vez (afinal, ele é tipo o candelabro do Argo).

Por falar em Calipso, falemos então de amor…

percabeth

(sorry, não resisto a essas fanarts maravilhosas de Percabeth )

Jason e Piper (~le casal sem sal) não estavam tão chatos quanto nos últimos livros. Percabeth desapareceu como era de se esperar, já que nenhum dos dois narra e ia ser meio constrangedor alguém ficar falando sobre a vida amorosa dos outros. Hazel e Frank não dá nem para saber se ainda namoram porque né ¬¬ Mas, o que todos querem saber desde “A Casa de Hades”, é claro, era sobre o Nico e como não posso dar spoilers, tudo que posso dizer é que gostei bastante de como o tio Rick resolveu essa questão.

Quando Percy se afastou, Annabeth parecia um peixe tentando desesperadamente respirar.
– A rivalidade termina aqui – disse Percy – Eu amo você, Sabidinha.
Annabeth deu um leve um suspiro, como se alguma coisa dentro de seu peito tivesse derretido.”

Ainda falando de personagens, um grande desgosto meu foi que terminei o livro querendo saber: cadê Thalia e as caçadoras? Tyson, Ella, Rachel? Quíron, Clarrisse? Quem sabe Grover…? Pois é. Onde está o Acampamento??? Ta bom, já sei, essa série não é Percy Jackson, mas visto que há uma batalha iminente entre os acampamentos e sim, vou dizer mais uma vez  esse é o ÚLTIMO livro, acho que ficou um vazio de podermos dar pelo menos um tchauzinho para esses personagens queridos que praticamente (ou totalmente) nada fizeram nessa nova série.

Mas falemos, então, de coisas boas. Reyna e Nico???

palmas

Se tem uma coisa que saiu super certa foi como o tio Rick explorou a Reyna e principalmente o Nico. O Nico é um personagem que nós já conhecíamos há muito tempo e que sempre teve um papel importante nas histórias, mas sempre faltou alguma coisa, talvez a oportunidade de finalmente entender o que se passa de fato com ele. Nesse livro finalmente conhecemos Nico Di Angelo e eu acabei descobrindo que gosto muito de um personagem que sempre tinha sido indiferente para mim. Já Reyna arrasou. Roubou a cena merecidamente e me lembrou em muitos aspectos a Annabeth. Com uma personalidade muito forte, ela e sua história foram com certeza um dos grandes destaques do livro.

razel e nico

O livro não foi ruim, gente, longe disso (Rick Riordan escrevendo um livro ruim? Não sei se viverei para ver isso), mas passou longe do que poderia ter sido e do que eu, e acredito que a maioria dos fãs, esperavam. A grande questão foi que o Rick não acertou no quesito “conclusão de série” e deixou muitas coisas inexplicadas ou não explorou algumas situações como deveriam ter sido exploradas e isso prejudicou bastante. Prazos apertados, talvez? Não sei. Além disso, apesar dessas questões pouco exploradas, o livro não tem nenhuma deixa para outra série (além da de Magnus Chase sobre mitologia nórdica), aliás alguns personagens tiveram inclusive um final bem definitivo. Na minha opinião, eles deram o adeus deles nesse livro 😦

desespero com livro

Se eu recomendo? Claro que sim! Sei que critiquei muitos pontos aqui, mas de modo algum isso me impediu de dar 4 estrelinhas porque é claro que eu adorei todo o tempo que passei lendo esse livro e aproveitei com muito carinho cada uma das páginas. E agora como eu fico?

cabô

Essa resenha foi um pouquinho maior que o normal porque eu me empolgo falando de Percy Jackson. Mas e vocês, já leram o último livro? Contem para mim o que acharam. Se não leram ainda, quais são as expectativas? O que acharam da resenha? Digam para a gente nos comentários 😉

Algumas dores não devem ser eliminadas com tanta facilidade. É necessário lidar com elas, até abraçá-las.

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Confira uma resenha que me ajudou a escrever a minha aqui
Ótimas fanarts de Percy Jackson aqui

Confira o booktrailer do livro:

Por Mari

Resenha: Princesa Adormecida

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Autora: Paula Pimenta

Editora: Galera

Páginas: 192

★★★★★

Sinopse:

Era uma vez uma princesa… Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas esta princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal.

Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida.

Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim…

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Minha opinião:

Decidi não falar muito na sinopse sobre o enredo para despertar a curiosidade, mas já deu pra perceber como vale a pena, né?! 🙂 Princesa Adormecida foi o primeiro livro que tive o prazer de ler da autora Paula Pimenta. Após essa leitura, Fazendo Meu Filme entrou para a minha wishlist com toda a certeza. Paula tem um jeito muito meigo e fofo de escrever e uma incrível imaginação. Essa história me fez viver com a Rosa, a protagonista, um verdadeiro conto de fadas.

Não há muitos personagens na trama e aqueles que existem não são muuuito explorados. Porém, isso não atrapalhou nem um pouco a leitura. Na verdade, ela foi bem rápida e tranquila. Outro ponto que eu não poderia deixar de falar é que a história acontece no Brasil e isso dá um gostinho especial para nós, leitores brasileiros. É incrível, pelo menos para mim, ler um conto de fadas que se passa no meu país, awn ♥

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O final me surpreendeu muito, eu realmente não esperava. Não vou falar muita coisa aqui porque se não darei spoiler. Esse é um livro que vale muito a pena ler! Muito mesmo! Ainda mais para mim, por exemplo, que tenho lido muita ação (Maze Runner acabou comigo, gente. Ainda não me recuperei). Às vezes é bom sair da rotina e ler romances fofos como esse. Dei 5 estrelas com o maior prazer e no futuro, pretendo lê-lo de novo ♥

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Uma dica: se você leu Anna e o Beijo Francês e se apaixonou como aconteceu comigo, você irá amar Princesa Adormecida. Então, leia!!! Gostaram do post? Mudei um pouco o formato e botei fotos tiradas por mim 🙂 Curtiram? Quero saber o que acharam. Coloquem nos comentários a opinião de vocês ♥ Até a próxima!

por Malu 

Resenha: De Repente, Ana

ana 2Autora: Marina Carvalho
Editora: Novas Páginas
Avaliação: ★★

De Repente, Ana é a continuação do romance da mineira Marina Carvalho, “Simplesmente Ana” e conta a história de uma menina que da noite para o dia descobre ser uma princesa e acaba tendo a sua vida mudada completamente com a descoberta. Uma leitura bem rápida, leve e com um quê de conto de fadas moderno, um YA nacional.

Se você ainda não leu o primeiro livro da história da Ana, corre para ler a resenha aqui no blog: resenha
E CUIDADO ! essa resenha pode conter spoilers do livro anterior, então se você ainda não leu, melhor parar por aqui.

Aquilo que Acontece

A continuação da história da Princesa Ana da Krósvia é um livro bem independente do primeiro, já que, como aqueles que leram “Simplesmente, Ana” podem constatar, o livro é bem conclusivo e não deixa furos para serem abordados em uma nova trama. Dessa forma, em “De repente, Ana”, vemos como tem sido a vida da Ana desde que ela foi coroada princesa: ela vive na Krósvia, mas visita sempre o Brasil, trabalha em uma embaixada e continua ajudando as crianças do Lar Irmã Celeste. Além disso, apesar de já ter se passado bastante tempo, seu relacionamento com Alex continua tão forte quanto antes, assim como sua amizade com Estela, apesar da distância. Tudo parece se encaixar perfeitamente em sua vida.

Porém, um acontecimento inesperado surge em seu caminho: seu pai, o Rei Andrej Markov, sofre um grave acidente e fica em coma. Com o Rei incapacitado, a lei do país é clara: Ana, única herdeira do trono, deve assumir as funções de seu pai no governo. Mas Ana não entende nada sobre governar o país e, por isso, vai precisar de muita ajuda para essa tarefa, além de ter que aprender a lidar com toda a pressão, já que todos parecem estar interessados em seu fracasso.

Aquilo que eu Achei

Eu ganhei esse livro no top comentaristas de Agosto do blog da Naty (just-books) e fiquei muito ansiosa porque gosto muito de prestigiar as autoras nacionais e a Ana já era uma velha conhecida minha… Acontece que, mesmo depois de terminada a leitura, tive dificuldade de escrever esta resenha, eu não sabia dizer o que achei do livro!

Assim como no primeiro, Marina tem uma escrita bem leve e fluida e na qual predomina muito a linguagem informal. No entanto, ao contrário do anterior, “De Repente, Ana” tem dois narradores: A Ana e o Alex, o que é fundamental para o enredo como um todo.  Uma ideia muito legal da editora foi mudar a cor das páginas de acordo com o narrador, o que deu um toque original na diagramação.

Quando as pessoas se amam, elas compartilham tudo, inclusive seus problemas, porque sabem que podem contar umas com as outras. Neste mundo não existe ninguém que ame mais você do que eu.

Quanto aos personagens secundários, não apareceram muito e, por isso não tenho tanto o que falar. Gostei de perceber, no caso da Ana, como ela amadureceu e como parece bem mais confiante de suas decisões e opiniões do que era antes. Já o Alex, que é um dos meus favoritos, estava basicamente igual ao primeiro livro, só que agora pude entrar um pouquinho na mente dele, o que foi super legal para entender melhor  sua relação com os outros personagens.

Afundei no banco de couro, ciente até demais de que a vida não avisa a hora em que vai dar uma bela rasteira na gente.

Eu gostei do livro, mas algumas coisas comprometeram a minha avaliação e me fizeram dar apenas 2 estrelinhas. O enredo foi muito previsível, talvez pela carência de personagens, já que apesar de já não haver muitos no primeiro livro há apenas um personagem novo na sequência. Talvez, porque a ideia da história da Ana não seja de toda original ou porque fazer suspense não fosse na verdade a intenção da Marina. Mas o fato é que, para mim, esse foi o grande problema do enredo. Faltou eu me sentir cativada pelo livro, faltou uma pitada de surpresa para deixar o leitor mais empolgado, faltou eu ficar envolvida com a história da Ana.

Apesar disso, eu fiquei muito satisfeita com o final e percebi que foi bem conclusivo, do tipo: dessa vez acabou (sim, tem epílogo). Para os que leram o primeiro livro e gostaram, talvez seja legal continuar, como eu fiz, mas se você não se prendeu tanto à Ana, melhor não arriscar com essa sequência.

Páginas: 313
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Love, Mari

 

 

Videoteca: Se Eu Ficar

Contém spoilers!!!

Oi gente!

Hoje teremos Videoteca e nela falarei sobre o filme Se Eu Ficar. Já fizemos resenha do livro no blog, você pode conferir clicando aqui. Sim, somos loucas e vimos Maze Runner – Correr ou Morrer e Se Eu Ficar no mesmo dia, uma sessão atrás da outra. Nem sei como conseguimos, mas deu certo. Enfim, a Mari já falou sobre nossa terrível experiência com Maze Runner, clique aqui para ver a Videoteca desse filme 🙂 Então, vamos começar!

Sinopse: Se Eu Ficar gira ao redor de Mia, uma garota aparentemente comum que vive com os pais e o irmão, Teddy. Ela tem um namorado chamado Adam, uma melhor amiga chamada Kim e uma paixão mais que especial que é a música. Mia é musicista e toca violoncelo como ninguém. Um belo dia ela e a família resolvem sair de carro passear. Um dia comum como qualquer outro. Então, eles sofrem um acidente. (Se quiser, dê uma olhadinha na resenha do livro, okay? Lá eu explico melhor toda a história ♥)

Elenco: Chloë Moretz, Liana Liberato, Jamie Blackley, Mireille Enos, Aisha Hinds, Dave Collette, Aliyah O’Brien, Gabrielle Rose, Jakob Davies, Stacy Keach

Direção: R.J. Cutler (série Nashville)

Gênero: Drama

Duração: 106 min

 Estreia: 4 de Setembro de 2014

Sinceramente, tenho só elogios para fazer a esse filme. A história é linda, como eu já sabia, atores incríveis, trilha sonora espetacular. Eu realmente não tenho críticas ruins em relação a ele. Apenas acho que, na minha opinião, o desenrolar do enredo se encaixou melhor num longa do que num livro. Os acontecimentos fluíram melhor nas telonas, mas isso não quer dizer que eu ache o filme superior ao livro, okay? Não tem jeito, quando lemos antes de assistirmos, acabamos comparando um com o outro, haha.

Avaliação – ★★★★

As mesmas partes que me emocionaram no livro, me fizeram chorar no filme também. Gente, quando o avô começa a conversar e fala que ela está livre para escolher ficar ou não, eu fiquei tipo: ai, meu Deus, tô sofrendo. E quando ela fala do irmão? Ah, ela e o Teddy juntos são uns amorzinhos ♥ Toda vez que a Mia (Chloë Moretz) aparecia tocando o violoncelo, eu ficava admirada. É lindo de ver, gente. A paixão dela pela música, o quanto ela se esforça para se tornar cada vez melhor naquilo, emocionante! Resumindo: vale a pena com toda a certeza. Mesmo quem não gosta de dramas e tudo mais, é um filme realmente emocionante e que todos deveriam assistir.

por Malu 

Como não amar Harry Potter? (parte 2)

Oi gente!

Voltei aqui para falar mais um pouquinho do mundo mágico de Harry Potter na tag “Como não amar…?”. Se você é potterhead ou simplesmente ama a saga como a gente, espero que goste ♥ Antes de continuar a ler este post, dê uma olhadinha no anterior que fizemos aqui. Agora, vamos falar sobre o trio de ouro e seus melhores momentos 🙂

O Trio de Ouro

Quem lembra quando Harry e Ron se viram pela primeira vez na plataforma 9 ¾ na estação de King’s Cross? E quando a Hermione apareceu no cabine do vagão em que eles estavam já mostrando o quanto era mandona? Durante toda a saga eles brigaram, fizeram as pazes, riram, choraram, uma amizade com muitos altos e baixos. Porém, eles sempre, sempre, estiveram juntos.

Tudo realmente se concretizou quando Hermione assumiu a culpa naquele episódio com o trasgo em Harry Potter e a Pedra Filosofal. Para mim, ali foi o momento que eles realmente se tornaram verdadeiros amigos. Depois disso não tem como enumerar todos as aventuras e encrencas nas quais eles se meteram, mas tentarei 🙂 Então, vamos ao Momento Nostalgia. Eu tentei fazer um top 7 (número da sorte) das melhores cenas do trio de ouro, uma de cada filme. Se você se lembrar de alguma que não esteja aqui (são muuuuitas), coloque-a nos comentários ♥

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry Potter e a Câmara Secreta

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Harry Potter e o Cálice de Fogo

Harry Potter e a Ordem da Fênix

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Harry Potter e as Relíquias da Morte (parte 1 e 2)

 

Harry, Ron e Hermione mostram que mesmo sendo diferentes, a amizade é o que realmente importa. Quando tudo estiver desmoronando, eles estarão ali, juntos e fortes, um apoiando o outro ♥ Eles me inspiram. Quem não quer ter amigos como esses que enfrentam vilões sinistros e se metem em encrencas sempre que podem? Haha.

Gostaram? Calma gente, ainda tem mais no próximo post. Ainda não acabamos de falar de Harry Potter, a melhor saga do mundo ♥ Mas queremos saber, o que você quer que esteja no próximo “Como não amar Harry Potter?” ? Personagens favoritos? Por trás das câmeras? Elenco após o sucesso? Escreva nos comentários, okay?

por Malu (uma potterhead) 

Resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias

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Autor: Douglas Adams
Editora: Sextante
Avaliação: ★★★★

Finalmente tive a oportunidade de ler esse livro muito conhecido, que é um clássico da ficção-científica, o Guia do Mochileiro das Galáxias, e eu jamais poderia imaginar como é a história que ele conta.

Sinopse:

O Guia do Mochileiro das Galáxias conta as aventuras espacias do inglês Arthur Dent e seu amigo Ford Prefect. Ford está preso na Terra há 15 anos, disfarçado de ator desempregado, quando chega o momento da destruição do planeta. Como ele é na verdade um ET, fica sabendo do que irá acontecer e consegue salvar seu amigo Arthur a tempo, pegando carona em uma nave alienígena e dando início a uma aventura intergalática muito mirabolante.

-Não, não, Marvin, está tudo bem… É a vida – disse Trillian.
Marvin dirigiu a Zaphod um olhar eletrônico.
– Vida? – disse ele. – Não me falem de vida.

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